Chegamos ao
final de mais um ano e vemos a grande preocupação das pessoas em não
passar o Natal sozinhos. Planos para viagens, gastos que extrapolam
qualquer orçamento, presentes para os amigos e parentes mais chegados...
Afinal de contas o Natal acontece apenas uma vez no ano e é ai que nós
cristãos, que conhecemos o verdadeiro significado do Natal pecamos!
Se Deus tem expectativa quanto a nós, será que não o estamos frustrando?
Aguardar
um dia específico, escolhido pelos homens para comemorar o nascimento
de Jesus, no mínimo não seria o mais indicado para os adoradores.
Devemos
lembrar que em todos os momentos da nossa vida os olhos do Senhor estão
sobre nós aguardando nossa adoração e não somente no dia 25 de
Dezembro. Devemos lembrar que o Senhor espera de nós um coração
misericordioso trezentos e sessenta e cinco dias por ano! Ele nasceu por
um motivo muito maior que nos reunirmos em volta de uma mesa e comer em
demasia enquanto centenas de milhares de pessoas ao redor do mundo
morrem de fome: física e espiritual. Lembremo-nos que Ele nasceu para
salvar-nos do pecado e mais que isso que a conquista da nossa salvação
não veio através do nascimento, mas sim com sua morte e
ressurreição.Imitemos os pastores de Belém e os reis sábios que
procuraram exaustivamente encontrar o Rei dos reis.
As escrituras
pouco ou nada tem a ver com a proposta de Natal apresentada atualmente,
nem ao menos nos direciona a comemorações especiais nesta data, mas
porque não usar este dia de comemoração quase mundial, para fazer algo a
mais para o Nosso Salvador?
Deixemos o materialismo imposto nesta
data, e vamos viver uma proposta nova espiritual que se estenda aos
demais dias do ano, vamos nos esforçar para levar ao aniversariante a
nossa adoração, e não somente isso mas a conscientização de outros para a
oportunidade de viver a qualquer momento o nascimento de Cristo nos
corações.
Com amor, um Feliz e verdadeiro Natal!
Em Cristo, Pra. Amelia Duarte.
O
cristianismo, se é falso, não tem nenhuma importância, e, se é verdade,
tem infinita importância. O que ele não pode ser é de moderada
importância C.S. Lewis.